
Enquanto reféns são trocados,
Algumas mãos afagam,
outras faces apanham.
É o rosto dos condenados.
É a cara pela qual barganham
É tudo uma grande surpresa.
Estamos presos na incerteza!
Muitos foram os deixados
Sem ouvir qualquer adeus.
Admito, foram abusados
Os tantos erros meus.
E junto aos teus afagados,
são levemente arranhados.
Nossos corpos já muito marcados
juntaram-se aos condenados.
É um carpe diem diário.
É o carpe diem no quarto.
Amor, amor. É somente...
O amor do qual estou farto
e admito ser sobrevivente.
(Tenho o chão nas mãos e, no meio de tantos “nós”, as mãos na consciência. Quase sem ciência ou clarividência.)
Um comentário:
Não canso de ler
bjs
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