
Era um delírio meu, um pensamento constante.
É o delírio envolvente, o delírío que gruda.
E a gente esfrega, esfrega. Mas é o delirar eterno.
O matutar errante. Ou pensamento sincero?
É o arrepio da pele depois de um banho frio.
É a febre e a calma. O amor e o seu vazio.
É o fardo delirante na companhia da alma.
O ar mais rarefeito. Me acalma! Minha calma.
O amor dela é maior e ele fala besteira.
Um dia a febre acaba e não tem mais brincadeira.
É o delírio profundo no beco do mundo.
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